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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

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Por revanche, Argentina enfrenta Brasil em final de favoritos
11 de setembro de 2011 • 12h35 • atualizado às 12h48

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Jogadores do Brasil comemoram conquista de vaga olímpica depois de 16 anos. Foto: AP Jogadores do Brasil comemoram conquista de vaga olímpica depois de 16 anos
Foto: AP 
Emily Canto Nunes
Direto de Mar del Plata (Argentina)
Antes da conquista da vaga olímpica, os brasileiros desconversaram sobre tudo estar conspirando a favor do Brasil. Preferiam acreditar que chegar ao objetivo foi fruto de um trabalho que começou há 70 dias com o argentino Rubén Magnano. Não bastassem os torcedores terem o privilégio de acompanhar a conquista da vaga olímpica pela sua geração dourada, terão a oportunidade de ver a Argentina jogar com um dos seus maiores rivais, em qualquer esporte: o Brasil. E, pior, um Brasil que conquistou uma vaga olímpica depois de 16 anos com o seu ex e querido técnico Rubén Magnano. E, para finalizar, um Brasil que ganhou da Argentina na segunda fase mesmo com mais oito mil pessoas torcendo contra.
Depois de um sábado de semifinais muito duras, vencidas por placares mais do que apertados, Argentina e Brasil voltam a se encontrar no Estádio Poliesportivo Islas Malvinas às 21h15 (de Brasília). Antes, às 19h, República Domincana e Porto Rico jogam a partida que define o terceiro e o quarto lugar do Pré-Olímpico de Basquete Masculino, também conhecido como Copa América.
Desta vez, o Brasil nem de perto entra precisando ganhar. Alex Garcia e Guilherme Giovannoni nem queriam saber da final depois do jogo duro contra a República Dominicana. Afinal, muitos viviam o melhor dia de suas vidas como atletas do basquete ao devolver o Brasil aos Jogos Olímpicos depois de tantas tentativas frustradas. Tiago Splitter e Marcelinho Huertas, mais competitivos, queriam jogar a final e para ganhar, é claro, mas nem de perto pensavam em deixar a comemoração da vaga olímpica em segungo plano para se preparar para enfrentar, novamente, a Argentina.
Do lado de lá, e depois do sufoco que tomaram de Porto Rico, levando seus torcedores às lágrimas já na semifinal, a geração dourada quer revanche. Após a semifinal, em entrevista, Emanuel Ginóbili deixou bem claro que a Argentina enfrentaria o Brasil com sua força máxima, independente do Brasil estar de "ressaca" ou não da festa da vaga olímpica. Afinal, é a última chance de tirar, de uma vez por todas, o Brasil do caminho da Argentina no seu Pré-Olímpico.

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